jun/10 17

Há 2 semanas atrás, estive em Nova York para visitar meu irmão e aproveitei a oportunidade para trocar figurinhas com o pessoal que trabalha por lá. Enviei e-mails para diversas agências de publicidade e interativas e minha única resposta (tirando as respostas automáticas, óbvio) foi a do simpático Joshua Hirsch, “Ministro de Tecnologia” de umas das agências mais premiadas da atualidade, a Big Spaceship, indicada a agência da década pela AdWeekMedia e responsável por ações históricas como a HBO Voyeur, indicada também à campanha da década. “You are absolutely welcome to stop by the shop when you are in town”, ele disse.  E lá fui eu, de humilde, bater na porta dos caras.

Quando contei a ele que era o único a ter respondido meus emails ele me respondeu: “É porque nossa cultura é de colaboração.” Excelente resposta, era mesmo o que eu esperava ouvir. O pensamento em rede, onde as conexões são mais fortes do que o conteúdo que trafega por elas, é a forma de pensamento que está tomando conta do mercado e fazendo empresas se revolucionarem. A internet chegou e não há mais volta. Agir como se a informação fosse mais importante do que as conexões é estar com os dias contados. “Information wants to be free”, já disseram por aí… Mas este não é um post sobre redes. Você pode aprender mais sobre isso na Escola de Redes.

Josh me apresentou a empresa e contou um pouco sobre sua metodologia. Para cada projeto, monta-se uma equipe de desenvolvedores, designers e plenejadores que sentam todos próximos uns aos outros. Antes havia a “ala dos desenvolvedores”, a “ala dos designers”, mas misturar todo mundo mostrou-se ser muito mais produtivo (redes! conexões!).

Joshua apresentando a Big Spaceship

Joshua apresentando a Big Spaceship

Com o porte que tem, a Big Spaceship recebe dezenas de pedidos de orçamento por dia, mas, como eles mesmos se intitulam, a BS é uma “boutique” especializada em projetos inovadores e de alto impacto. Como selecionar quais clientes atender?

Os fatores FFF. Fame, fortune and fun. Vai render visibilidade e prêmios? Vão pagar bem? Vai ser divertido? Excelentes critérios, não? Entrar em um projeto com prazer e aquela vontade de “arrasar” é o melhor método para criar soluções realmente geniais.

Também conversamos sobre como o mercado publicitário está mudando. Há cinco anos, as grandes agências de publicidade tratavam as agências interativas como meros “executadores” das diretrizes criadas por elas. O que se vê hoje, é que há o início do processo reverso. O pensamento interativo, onde internet é a malha que conecta todas as mídias e permite novas interações, está começando a ditar o que as mídias offline devem fazer. Tudo fica mais integrado e eficiente (redes! conexões!).

Aqui na Cabana já ocorreram diversas vezes de clientes que chegaram apenas para realizar a parte online e, ao entender a forma cabanuda de pensar as mídias, tiraram seus trabalhos offline de outras agências e colocaram em nossas mãos. A tendência é essa. Quem não mudar sua forma de pensar ficará pra trás.

Outro ponto interessante é que toda sexta-feira eles investem em projetos próprios. Qualquer funcionário pode dar idéias do que realizar e eles caem dentro. Foi assim que surgiu o famoso showcase de preloaders Pretty Loaded, e o recente The Most Awesomest Thing Ever, uma divertida batalha para eleger “a coisa mais fodassa de todos os tempos”.

Finalizei a conversa com a pergunta: “e sobre esse gigantesco buzz sobre Apple x Adobe, o que você acha?”.

“Nós não temos desenvolvedores Flash por aqui, nós temos desenvolvedores. Eu não sei se Flash estará aqui daqui a 5 anos, não há como prever, mas se alguém for especializado apenas em Flash, esse alguém não estará mais aqui nos próximos 5 anos.” Não precisa nem comentar, né?

Dei uma passada também na famosa Apple Store do Central Park e presenciei a febre do iPad. “Sold out!”, o vendedor me disse.

iPadFever

Pablo Cabana

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abr/10 08

Deparei-me com essa invasão de pixels no Youtube que me levou ao fantástico portfolio dos franceses da One More Production. Inspirador.

Pablo Cabana

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mar/10 24

Quando o iPad foi lançado, em janeiro de 2010, veio a bomba: não há suporte ao Flash. Minha primeira reação, e a de muitos outros na web, foi “Steve Jobs, eu odeio você”. Afinal, é muito cara de pau dizer que o novo dispositivo ofereceria “the ultimate browsing experience” quando uma grande porcentagem das “ultimates experiences” na web está na plataforma Flash. Get used to the Blue Legos. Até Hitler ficou bolado.

Mas eu parei para refletir (e ler um zilhão de artigos relacionados) e hoje posso dizer: Obrigado, Steve Jobs. Entenda o porquê.

A primeira razão desse agradecimento é que isto obriga a Adobe a se mexer. Seu Flash Player está tão difundido no mercado, que é praticamente inviável pensar em fazer aplicações ricas para a internet (quando eu digo ricas, não falo apenas de botãozinhos elegantes) sem ter que gerar um swf. Silverlight, Java? Esqueça. Ninguém supera os 90% de penetração da Adobe. E como acontece em qualquer mercado, a dominância absoluta gera desleixo e preguiça.

openscreen

E a resposta da Adobe já estava em desenvolvimento desde o lançamento dos primeiros iPhones sem Flash: The Open Screen Project. Unido aos maiores líderes da indústria da tecnologia como Nokia, Google, Motorola, LG, entre outros, com exceção da Apple, óbvio, a empresa liberou os direitos do formato SWF para qualquer dispositivo, além de tornar open-source diversos frameworks e disponibilizar o Flex SDK para download. A SDK é o compilador utilizado para gerar arquivos swf. Portanto, você pode utilizar programas de desenvolvimento totalmente gratuitos, como o Flash Develop e criar arquivos swf sem ter que pagar um tostão sequer à Adobe.

Com isso, a difusão maior do Flash Player em QUALQUER dispositivo faz com que a vida fique muito mais interessante. Imagine criar um aplicativo, apenas um, que rodará em todos os browsers, celulares, televisões, relógios, carros, privadas, piscinas, etc, etc , etc. Isso não é um sonho maravilhoso para desenvolvedores e clientes?

E o iPhone continua de fora? Não mais, o novo Flash, o CS5, permitirá exportar arquivos no formato de aplicativos para iPhone. Ponto para a Adobe.

E mais, Tobias Schneider criou um Flash Player feito em puro JavaScript. O que significa que é possível rodar swfs sem plugins nenhum. Visite estes links no seu iPhone e surpreenda-se.

A segunda razão do agradecimento: toda a atenção voltada para o HTML5. A informação sobre isso de repente se multiplicou. Muitos se apressam em dizer que é o fim dos plugins, e, principalmente, o fim do Flash, pois com o HTML5 seria possível fazer tudo que o Flash faz. Será mesmo? Acompanhe-me.

1 – Você conhece CSS, você conhece HTML. Você já fez diversos websites bacanas. Quantas vezes você não quis destruir o seu CPU porque em cada browser seu website funcionava de uma forma diferente? E isso com coisas simples, como a posição de um botão. Imagine como será desenvolver aplicativos 3D, com linguagens visuais ultra complexas com HTML5. Prepare-se para perder cabelos.

2 –“ HTML5 Will crash too”. Muitos reclamam que o Flash player trava demais. Mas isso é uma afirmação um quanto ingênua. Pense: onde mais pessoas estão tentando desenvolver motion detection3D runtime ultra robusto ou vídeos pornográficos personalizados com a sua foto? Flash permitiu aos desenvolvedores explorar os limites da criatividade, mas também os obrigou a ter bastante cuidado com performance. E esse cuidado requer grande habilidade com códigos, o que nem sempre é acessível a todos. E o resumo da ópera é o seguinte: saiba que um monte de sites em HTML5 vai congelar seu computador também. Quer um exemplo prático? Visite este link demonstrando o tão esperado <canvas> tag no seu iPhone e no seu browser e note a VISÍVEL diferença de performance.

3 – Tenho certeza de que a Adobe está amando HTML5. Os padrões atuais são os principais impeditivos para que o Flash Player possa fazer mais do que já faz. Há 10 anos o Flash vem empurrando as barreiras do que é possível fazer na web e estou certo de que continuará assim. Se agora códigos HTML puros poderão fazer o que o Flash faz hoje, ótimo, pois poderemos nos preocupar com os próximos passos. Realidade Aumentada, novas formas de navegar, interações nunca antes pensadas, este sempre foi e continuará sendo o caminho do Flash.

4 – Veja 25 exemplos de sites supostamente ultra modernos feitos em html5. Lembrando que só funcionam em alguns browsers (esqueça o Internet Explorer). Agora dê uma olhadinha no FWA, que mostra os mais interessantes websites de toda a web. Sacou a diferença? Moderno, ao meu ver, é muito mais que botãozinhos que mexem suavemente.

5 – E claro, não poderíamos nos esquecer da tag <vídeo>. Antes de sair por aí dizendo que HTML5 será A solução para vídeos, veja a palestra de um dos principais desenvolvedores da nova linguagem, Ian Hickson, quando ele fala sobre os formatos e codecs. “There is no solution yet”. Mergulharemos na era das trevas pré-flash quando não havia padrões para vídeo novamente?

Enfim, não estou aqui para defender a Adobe. Pode ser que o Flash pereça mesmo. Mas é óbvio que quem está envolvido com Flash tem uma visão de empurrar os limites e isso é imperecível. E eu faço minhas apostas de que a Adobe vai continuar gerando soluções interessantes para suprir esta demanda pelo novo, pelo instigante, por aquilo nos emociona na web. E se não for a Adobe, será outra. A visão inovadora que o Flash nos trouxe não terminará.

E a terceira razão são as novas possibilidades de negócios, pois os clientes precisam comprar mais para se manter presentes em todas as mídias. Quero experimentar de tudo. Aplicativos para o iPhone? Em breve um cabanudo numa Apple Store perto de você. E uma dica: prestem atenção no Unity3D (mais um plugin!), ele vai explodir em 2010.

Apesar de estar tão agradecido, continuo odiando o Steve por algumas razões. Estou com um iPhone faz 2 meses e agora posso dizer:

1 – Tudo bem, você diz que Flash é lixo e será substituído. Pode ser. Mas até lá o que faço? Quantas e quantas vezes eu precisarei enviar um link pra mim mesmo, “esse site deve ser o máximo, vou enviar o link pro meu email e ver quando estiver em um CPU de verdade”?

2 – A Apple Store não é a web. 15000 aplicativos? Que lixo! Muito chato você me dizer o que posso ou não usar no meu iPhone.

3 – Ok. Mas eu te perdôo por essa navegação touch que você criou. Tenho que dar o braço a torcer.

No entanto, o mesmo que disse sobre a Adobe também se aplica à Apple. Domínio absoluto nos SmartPhones: arrogância, inflexibilidade às demandas do mercado. Será que alguém vem no caminho? Por enquanto, o Google Nexus One parece fazer frente. Que, aliás, roda o Flash Player magnificamente.

Pablo Cabana

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mar/10 09

A Moleque de Idéias convidou os cabanudos para colaborar na construção da Rede Koiné, a rede social do Sistema Firjan, que ajudou o sistema a se preparar para a grandiosa Olimpíada do Conhecimento, de hoje até o dia 13 de março no Riocentro.

Foram 6 meses de um trabalho engrandecedor (que merece um post à parte em breve) que culmina no Espaço Koiné, descrito nas palavras de Nitlon Lessa, sócio da Moleque de Idéias:

“Uma das principais atividades que terá lugar no Pavilhão 1 do RioCentro é o ESPAÇO KOINÉ: um ambiente de 1000 m2, onde visitantes do evento poderão realizar diversas atividades criativas em meio digital: oficinas de animação digital, produção da TV Koiné, oficinas de e-têxtil (eletrônica em tecidos) e muito mais. Além disto todos estarão interagindo e criando com membros da Rede Koiné, a rede colaborativa do sistema FIRJAN. O Espaco Koiné será um ambiente de amizade, colaboração, e aprendizagem coletiva.”

Abaixo, você confere algumas fotos do primeiro dia do evento. Você pode acompanhar tudo pelo Tumblr que atualizaremos durante o evento.

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“Coloque seu conhecimento na rede” foi o slogan que criamos para a Koiné.

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Pablo Cabana

mar/10 02

As coisas mudam de forma cada vez mais veloz e quem tiver o “faro” de saber qual será o novo Big Bang ganhará, e muito.
O vídeo abaixo, da Trendwatching, mostra como coisas que hoje são status quo há pouco tempo eram desconhecidas. O vídeo faz parte da série “6 Trend Videos“, vale conferir.

Pablo Cabana

fev/10 09

Achei essa imagem fuçando o Facebook de um amigo de um amigo de Nova York. Não é o tipo de publicidade mais eficiente que existe? Objetiva, apelativa e barata. A foto é de Andrew Miller.

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Pablo Cabana

jan/10 29

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Olha essa imagem que o Lee postou no blog dele mostrando que o iPad vai perder MUITO se continuar sem suportar o Flash Player. Além disso, detectou uma propaganda da Apple mostrando um iPad utilizando Flash: será enganação?

E Ralph Hauwert, em seu blog UnitZeroOne, escreveu uma cartinha sobre isso diretamente para o Steve Jobs. Abaixo, um dos vídeos citados na carta. Fica também o meu coro: Ei, Steve, vai tomar no $%#*(++!



Pablo Cabana

nov/09 09

Você já deve ter ouvido a palavra “branding”. Se não, dá uma olhada na Wikipédia, tá lá: branding. Acho que nenhum brasileiro se deu ao trabalho de traduzir e ficou por isso mesmo. Ficou uma confusão. O Delano Rodrigues escreveu um artigo bem bacana falando sobre a situação no Design Brasil. Branding? Sei lá que porra é essa.

Por isso, aqui na Cabana nós fazemos uma coisa que chamamos Identidade Conceitual. Toda marca que ajudamos os clientes a criar vem sempre embasada por uma lógica, uma essência que vai estar incrustada em todos os produtos, serviços e no relacionamento com os clientes e fornecedores da empresa. Isso é fundamental para se manter uma comunicação coerente.

E como apresentar a idéia ao cliente? Eu conheço empresas que apresentam 2, 3 ou até 4 versões de logomarca, “dando ao cliente a liberdade para escolher”. Mas será isso mesmo liberdade? NÃO. No nosso ponto de vista, isso é apresentar um problema. Nós apresentamos, sempre, apenas uma versão MUITO bem embasada, na qual realmente acreditamos. E neste ponto é fundamental o trabalho de um redator para redigir uma defesa bacana.

Para dar exemplos práticos, abaixo você confere 5 identidades que criamos e suas respectivas justificativas. Algumas acabaram de sair do forno, como a PHX Embalagens, outras são antigas, como a Upper, mas todas têm seu toque de originalidade.

Antes que alguém se antecipe: é óbvio que muitos dos argumentos surgem a posteriori, pois é trabalho do redator traduzir em palavras as sacadas que o designer simplesmente intuiu.

Pablo Cabana


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PHX Embalagens: uma empresa nova, mas que carrega uma poderosa experiência de mercado.

Sua marca foi desenvolvida para propagar esta dualidade. De um lado, todo o know-how agregado, advindo de anos de experiência, expresso por letras fortes e um design limpo, evocando os valores da eficiência e do compromisso com os clientes.

Do outro, a gana de uma empresa recém-criada, pronta para conquistar seu mercado, antenada com as novas tendências e técnicas, preocupada com o futuro. Por isso, reflexos que encorpam as letras, cores que transmitem tecnologia.  O cinza nas letras e o azul no detalhe, que por sua vez realça a marca e joga com a seta entre o H e o X: uma empresa sempre pronta para atender as demandas de seus clientes.


upperLogo

Upper Agency – Eleve sua música

A logo upper evoca os valores desenvolvidos para a marca. Traços fortes e conectados que simbolizam a ponte cultural com os novos nomes do cenário eletrônico. A seta, como não poderia deixar de ser, aponta para o patamar mais elevado dos djs que a empresa tem em seu portfolio. O crescente das curvas em direção ao alto intriga a visão e, mais uma vez,  indica a filosofia da empresa: eleve sua música. O verde acinzentado foi escolhido para transmitir modernidade sem a sisudez que poderiam transmitir o azul ou o cinza. O detalhe mostarda acalenta e faz um jogo visual, mostrando que o verdadeiro objetivo da modernidade e do profissionalismo da Upper é surpreender os eventos com os djs mais quentes.


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Gonçalves Advogados

Uma tríplice e sólida base, eis como a Gonçalves Advogados deve se apresentar a seus clientes. A Cabana buscou tangibilizar o posicionamento da empresa através de firmes barras que se sobrepõem, simbolizando o suporte jurídico competente e seguro que a Gonçalves Advogados oferece.

O azul marinho foi escolhido porque transmite tranqüilidade ao mesmo tempo em que sugere a elegância de um trabalho mais refinado. Elegância essa que é reforçada pela tipografia utilizada, cujas serifas suaves agregam os valores de eficiência e agilidade.

Conjuntamente, todos estes elementos agem em sintonia para atingir o público-alvo da empresa: clientes com a real necessidade de advogados com expertise acima da média, cuja formação e paixão pelo trabalho estão focadas na solução de problemas.


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Grupo Perdendo a Linha

É se deixando levar pela música, é curtindo o pagode até o sol raiar, é perdendo a linha que todo mundo vai se encontrar.

A logo do grupo foi concebida sob o conceito “A gente se encontra por aí.”, pois tenta atingir o pagodeiro que cada um tem dentro de si. Com um apelo POP, ela transmite o que o Grupo Perdendo a Linha provoca em seu público: alegria, descontração, a vontade de soltar o bailado. Afinal, quem resiste a um bom pagode?

As setas perdidas voltam ao encontro da logo enquanto uma seta fálica aponta o único caminho possível: é o topo das paradas. Cores brasileiras, mas sem exagerar no ufanismo, e elementos gráficos que marcam o despojamento da banda.

Uma banda “pra frente”, que curte falar de amor, mas sem esquecer jamais que a vida continua e a fila anda. Afinal, a gente se vê por aí.


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Erika Imbroinise – Odontologia Integrada. De verdade.

A identidade visual da Erika Imbroinise foi concebida para funcionar como um selo de qualidade, passando aos clientes a segurança que uma clínica completa, de alto padrão, pode oferecer.

O grafismo com as iniciais, baseado em uma tipografia feminina, cuja natureza é pensar sempre de forma holística, cumpre o papel de dar força e um toque de elegância ao nome. Sua aplicação é flexível, pois pode se deslocar da marca em inúmeras variações, ideal para organizar materiais e sinalizar ambientes.

Em contraste, a tipografia do nome evoca a modernidade de um consultório odontológico de ponta, onde se encontram métodos de vanguarda. Todos os elementos sobre a linha reta, base sólida na qual os clientes podem confiar.

A cor básica lilás remete a tranqüilidade e a confiança, funcionando sempre em conjunto com a pureza do branco em abundância para reforçar o conceito da marca.

set/09 01

leoValverde

Já faz mais ou menos um ano que eu e meu camarada Leonardo Valverde estamos, calma e meditativamente, traduzindo o Shiva Sutra para o português, o que já nos rendeu algumas revelações místicas, como esta aqui, e outras ainda como o fato de alguns tradutores que encontramos simplemente inventarem significados estapafúrdios. O Leonardo entra com seu conhecimento da língua, já que ele é formado em letras e é uma das poucas pessoas no Rio de Janeiro que REALMENTE entende de sânscrito, e eu entro com minha curiosidade de querer saber sempre mais. A idéia é manter o estilo “sútrico” (o próprio Leo explica o que é sutra aqui), onde cada verso nos fornece material para refletir por toda uma vida. Esperamos que até o final do ano tenhamos um pré-projeto em mãos para tentarmos publicar no ano que vem.

Nesse meio tempo, a Cabana colocou no ar o website do Leo, feito com o bom e velho WordPress, onde você pode conferir o que passa pela cabeça deste amante das línguas (sem duplo sentido), se antenar para os cursos que ele oferece e ainda conferir alguns posts que renderam de nossas divagações. Vale a visita.

Pablo Cabana

ago/09 21

Hoje quando vamos ao cinema e assistimos uma cena das mais comuns, como uma simples vela acesa, estamos de frente para uma gama de efeitos especiais. Porém, antigamente, esses efeitos eram um luxo reservado somente para as mega produções (a não ser que Ed Wood resolvesse inventar um “prato-voador”).

Do início do chroma key, a entrada da computação na sétima arte e até os esquelitinhos no melhor estilo “Golden Axe”, o vídeo a seguir retrata muito bem a evolução desta que hoje é uma das essências do cinema e realiza as fantasias de seus autores e diretores. Alguns já se “toscarizaram” com o passar dos anos e hoje podem ser feitos melhor por qualquer estudante de After Effects. Outros, ainda dão um show. E se vocês acham Brad Pitt bonitão, em Hollywood eu tenho até uma vasta cabeleira. heheheheheehhe.

Divirtam-se.

Cabanudo César