jun 20

Acabei de ler no blog do Papervision3D sobre a ferramenta FotoViewr. Poucas coisas na web são, ao mesmo tempo, tão simples e tão visualmente ricas. Você entra no FotoViewr, escolhe o tipo de galeria, escreve o seu nome do Flickr (ou de algum amigo seu. Eu, que não tenho Flickr, fiz a galeria com as fotos da minha cônjuge Tárin e da minha amiga Julia), escolhe as tags das fotos para filtrar (uma pena não ser possível mesclar várias tags) e voalá! O FotoViewr cria uma galeria 3D alucinante pra nenhum iPhone botar defeito.

As galerias são construídas utilizando os RSSs gerado pelo Flickr mais as maravilhas 3D do Papervision 3D, do qual eu já falei aqui.

Além do problema com as tags, o outro defeito que eu encontrei foi eles não fornecerem um código “embed” pra permitir que se publique a galeria em outros sites ou blogs (assim como eu coloco os vídeos do YouTube aqui). Sem este tipo de ferramenta, a viralidade da marca FotoViewr perde trocentos por cento. Portanto, para ver a galeria da Tárin e da Julia, vocês vão ter que clicar nos links abaixo. Eles melhoraram isso, agora fornecem o código. Olha a galeria nova da Julia:

Galeria da Tárin

Galeria da Julia

Pablo Cabana

jun 18

Le Divorce

O site TCCANDLER criou um lista dos 100 melhores cartazes de filmes de todos os tempos (filmes americanos, eles sempre se esquecem de dizer). Eu não sou nenhuma autoridade cinéfila, mas com certeza Titanic e Outubro Vermelho estariam fora da minha lista. Dá pra ver que eles gostam do Tarantino, pois há dois dele nos 20 primeiros (Pulp Fiction e Cães de Aluguel). Mas o que eu mais gostei está lá pro final, em nonagésimo oitavo, chamado Le Divorce. O filme se passa na França (não vi, mas fiquei com vontade de ver) e o discreto detalhe da Torre Eiffel nos peitos da modelo é sensacional. Alguém podia criar um lista brasileira né? Alguém se habilita?

Observação Marketeira: Os caras desse site estão dando mole. Poderiam estar ganhando dinheiro vendendo estes posters. Eu compraria.

Pablo Cabana

abr 30

Estava eu chegando do Rio, rumo a mais um dia de labuta na Cabana, quando a van vira na esquina da Praia das Flechas e a visão da Baía de Guanabara recebendo um enorme swell faz minha espinha gelar. Quem surfa entende. Itapuca quebrando clássico é como receber o telefonema daquela gostosona que você sempre paquerou: não importam seus compromissos, você TEM que comparecer. E foi nesse clima que eu saí correndo da van, peguei a prancha emprestada do primeiro camarada que encontrei (que foi o Henrique – o maldito caiu praticamente sozinho na madrugada anterior) e fui pra água. O trabalho que esperasse!

Remei pro pico, me posicionei apertado entre os infinitos surfistas presentes e senti bem de pertinho o que a imagem abaixo quer dizer: aquela tão propagada “paz de espírito†trazida pelo surf não se aplica a dias como esses.

Pai, afasta de mim este crowd

Era necessário gritar alto e raivosamente em cada onda e rezar pra que ninguém se jogasse na sua frente ou te empurrasse no meio do drop. Tava parecendo mais uma feira, onde quem falasse mais alto se dava melhor. Mas quando acontecia de sobrar aquela perfeita, era só alegria, e a sensação de cruzar a pedra do índio encaixando um cut-back na lata fazia esquecer todo o estresse: tanto o da água quanto todos os outros da vida. Nestes raros momentos, aquela esquecida paz de espírito retornava, porém logo era esquecida ao se voltar pro pico para esperar uma próxima onda.

Entre um estresse e outro, acabei ganhando de presente uma quilhada no meio das costas de um coroa que não parecia muito bem saber o que estava fazendo quando embicou o fun-board dele pra cima e, sem me ver, me acertou em cheio. O que fazer numa hora dessas?

Na madrugada seguinte, estive lá de novo para pegar o fim do swell. E, como era de se esperar, o crowd continuava. Resta-nos esperar pelo próximo e rezar pra conseguirmos pegá-lo no começo, antes que a notícia se espalhe.

Abaixo, meu camarada Guilherme enfrentando o crowd bravamente. Repare no destaque que eu fiz no maluco afundando na frente dele. Se der mole malandro, se arrasa.

Se der mole, se arrasa.

Um agradecimento ao “Tio” Augusto, pai do Guilherme e do Henrique, que fez estas excelentes fotos neste raro dia.

Pablo Cabana

mar 26

Apenas mais um surto cabanístico.

Felipe

mar 17

Para os curiosos, este é o nosso aquário. Aqui foi onde Pablo genialmente traçou esse paralelo com o reality show mais famoso do Brasil. É com esse visual que nos acalmamos e temos os nossos surtos cabanísticos. O peixe que está em primeiro plano é o famoso Acará Disco. Ele, como o Marcelo, possuem características bem parecidas. O peixe aparentemente só define seu sexo quando encontra-se sozinho com outro de sua espécie e as condições do meio em que estão são muito específicas. Quando isso acontece, um dos animais se desabrocha como fêmea e outro como macho e se acasalam para garantir a continuidade de sua espécie. Não parece muito com o Marcelo, passando por cima de sua opção sexual e dando em cima da Gisele para ganhar força lá dentro e tentar faturar um 1 milhão?

Cabanudo Felipe


Foto feita com celular Nokia N73