set/11 29

Está no ar a Fanpage FGV Vestibular 2012. Desenvolvida pela Cabana Criação para a Agência3, a página desafia os vestibulandos a darem suas idéias para cases propostos por grandes empresas.

“A FGV e algumas das maiores empresas do Brasil criaram desafios exclusivos para você. Aqui, você conhece um pouco do que os profissionais enfrentam e tem a chance de solucionar desafios propostos por eles. Além disso, você pode ganhar prêmios.”

A página já conta com quase 14.000 fans, um excelente resultado institucional que vai perdurar para os próximos vestibulares da FGV.

Visite: http://www.facebook.com/vestibularfgv

set/11 29

Galera, tá rolando por ai o nosso trabalho mais recente: o site da promoção e do concurso cultural Restart, feitos pelo Jornal Extra. Foi desenvolvido em parceria com a Agência 3 e tá bombando. Toda semana o boneco de um integrante diferente. Quem curte entra no site pra conferir e ganhar o seu.
UPDATE: A ação já saiu do ar mas você pode conferir aqui: http://www.cabanacriacao.com/portfolio/restart/

mar/11 24

A Agência 3+ convocou os Cabanudos para implementar a campanha de divulgação do apoio da Rossi Residencial à “Hora do Planeta“.
No dia 26 de março, das 20h30 às 21h30, todos apagando as luzes por um mundo sem aquecimento global.
Para divulgar a Hora do Planeta, a Rossi idealizou um “treinamento”, onde pessoas podem entrar no hotsite, apagar uma luz e deixar seu nome registrado.
A Agência 3+, que tem a conta da Rossi, se uniu à Cabana para implementar a ideia. Ficamos responsáveis por dar vida ao layout: programação pesada e muita interatividade!
Faça uma visita e veja que, enquanto você apaga a sua luz, outras pessoas também participam e você pode ver as luzes sendo apagadas.

Detalhe 1: tudo foi feito em incríveis 10 dias. Acredite se quiser.

Detalhe 2: Tem muita coisa bacana acontecendo aqui na Cabana. Em breve vou arrumar tempo para atualizar as coisas por aqui.

UPDATE: A ação já saiu do ar, mas vocês podem conferir a dinâmica aqui.

out/10 28

Estamos no carro rumo a São Paulo (viva o 3G). A coisa está meio assim aqui na Cabana. Diversos suéis de oportunidades (suel é o aportuguesamento de swell) estão surgindo e queremos ir atrás de todos.

Nós somos 3 sócios: eu, César e Felipe. E só. Nenhum empregado, nem mesmo uma secretária. Claro que algumas vezes contamos com freelas, mas a enorme maioria dos trabalhos que você vê por aqui e muitos outros que não publicamos foram produzidos por apenas nós 3. Há prós e contras nisso, mas vou destacar apenas os prós, ou melhor, O PRÓ.

Todos os clientes da Cabana são atendidos pelos sócios, pelos diretores criativos, comercial, desenvolvedores, enfim, quem atende os clientes da Cabana são os mesmos que põem a mão na massa. Isso evita falhas no tráfego de informação e hiatos nas expectativas. Nós realmente vivemos o conceito “Cabanaâ€, pois tentamos sempre trazer o cliente para dentro do processo criativo. Como já foi dito por aí: seu cliente conhece o negócio dele melhor do que você.

Mas isso tem um limite, pois o tempo é um recurso finito, principalmente para apenas 3 pessoas. Estamos chegando a um ponto onde a estrutura clama por mudanças. E como vamos mudar para surfar mais e maiores ondas de negócios? Sem esquecer, claro, de que a Cabana é mais do que uma empresa, é um projeto de vida nosso, é uma forma de trabalhar com o que a gente gosta e, principalmente, do jeito que a gente gosta. Em bom português: nós adoramos dinheiro, mas não estamos interessados em botar o trabalho na frente de nossas vidas. Se você acha que trabalhar 15 horas por dia é sinal de sucesso, eu sinto muito por você.

Estamos nos planejando assim:

1 – Otimizar nossos métodos de trabalho a níveis profundos.

Smartphones com 3G na mão de todo mundo, todos nossos arquivos acessíveis e organizados via servidor para podermos trabalhar mesmo quando alguém estiver na Alemanha, por exemplo, que foi exatamente o que aconteceu no job que fizemos para a Sanofi-Aventis.

Reuniões com agendas mais organizadas, etapas de trabalho bem definidas, etc.

Enfim, métodos poupam tempo. E cada segundo está valendo muito.

2 – Contratar um novo cabanudo.

Muito em breve abriremos inscrições para a seleção de nosso primeiro estagiário. Ele será responsável por trabalhos que exigem menos experiência, mas terá que ser alguém que saiba lidar com responsabilidades. Alguém multi-tarefa como nós, mas cheio de gás para fazer coisas que para nós já ficaram repetitivas e chatas. Isso nos desafogará bastante.

3 – Dar um tom mais comercial ao nosso site.

Vamos mesclar o site e o blog em uma só estrutura e deixar as coisas menos experimentais. Nosso site atual nos rendeu excelentes frutos e mostrou ao público do que somos capazes de fazer, mas chegou o momento de mostrar que, além de 3 doidões capazes de viabilizar complexas pirações virtuais, somos também uma empresa bastante interessada em ajudar nossos clientes a ganhar dinheiro.

4 – Vamos abrir uma frente de negócios em São Paulo.

Este é um dos pontos mais importantes. Como qualquer um no mercado sabe, os valores de venda em São Paulo tem média muito superior às daqui do Rio. Portanto, estamos indo a São Paulo agora para concretizar um parceria e ter uma base fixa por lá. Alguém para nos colocar em contato com os clientes e viabilizar negócios. Ganhando mais pelos mesmos serviços, poderemos manter nossa qualidade sem ter que nos atolar de clientes. Quinzenalmente, pelo menos um de nós estará na Terra da Garoa.

A previsão é que em fevereiro tudo esteja tinindo. Vamos ver no que dá.

PS: na foto do topo sou eu pegando uma das maiores do dia de um swell na Região dos Lagos. Achei bacana para ilustrar o artigo e pra me vangloriar um pouco porque, você tem que admitir, a foto tá do caralho. Quem estava comigo neste dia, pra variar, era meu imbatível parceiro de mares cabulosos, Henrique Mendigo.

Pablo Cabana

out/10 05

Estamos recebendo várias visitas no post “Quer ser famoso? Cuidado, seu sonho pode ser realâ€. O que para mim foi uma grande surpresa, pois foi um artigo que escrevi meio na força só pra encher uma lingüiça no começo do Cabanoblog. Mas o que me surpreendeu mesmo foi o grande número de pessoas que busca a fama incessante, muitas delas crianças.

Não quero ficar dando uma de antropólogo e ficar dizendo que, atualmente, para a sociedade em geral o sucesso está diretamente ligado a fama, o que leva pessoas a cometerem loucuras em busca dela a qualquer custo. Mas essa é a mais pura verdade.

Pude verificar isto através dos comentários pedindo ajuda para ficar famoso e pela quantidade de ligações que recebemos com as mais loucas propostas pedindo uma chance (de que eu não sei).

Como eu não sei a fórmula para virar uma celebridade, resolvi recolher idéias para quem está atrás da caminhada pelo tapete vermelho da fama. O que você faria para ficar famoso?? Fazer um viral na web? Namorar um jogador de futebol (desde que ele não tenha rottweilers)?

Deixe sua sugestão nos comentários.

Abraço,

César Menezes.

set/10 24

Saiu no O Globo de hoje uma ação de grande porte da Brookfield Incorporações utilizando diversas tecnologias para transmitir o posicionamento da empresa.

Segundo Caetano Sani, diretor de incorporações da empresa, a idéia nasceu no marketing e teve a colaboração das agências Publicis e EuroRSCG Contemporânea.

“A peça representa o momento que estamos vivendo. Estamos crescendo e diversificando e queriamos falar isso em um anúncio institucional. O momento coincidiu com o lançamento Brookfield Place, por isso unimos tudo em uma única peça, de maneira surpreendenteâ€, disse Sani.

fonte: Propmark

A Sync Mobile convocou os Cabanudos para implementar a parte da Realidade Aumentada do empreendimento Brookfield Place com o modelo 3D construído pela Domus Arquitetura.

Esta ação de publicidade mostra como as empresas estão em busca de novas formas de interatividade para dialogar com seu público. Além da Realidade Aumentada, o anúncio traz um óculos 3D para visualização de imagens que “saltam” do papel e QRCodes para que anúncios dos empreendimentos possam ser visitados diretamente do celular.

Nós da Cabana estamos orgulhosos de fazer parte disso, mesmo que apenas colaborando para um pequeno pedaço da ação. Parabéns à Brookfield pela ousadia.

Para ver o aplicativo de realidade aumentada da Brookfield Place, clique aqui. Ao chegar na página, clique em “No seu computador”, na aba superior.

Pablo Cabana

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jun/10 17

Há 2 semanas atrás, estive em Nova York para visitar meu irmão e aproveitei a oportunidade para trocar figurinhas com o pessoal que trabalha por lá. Enviei e-mails para diversas agências de publicidade e interativas e minha única resposta (tirando as respostas automáticas, óbvio) foi a do simpático Joshua Hirsch, “Ministro de Tecnologia” de umas das agências mais premiadas da atualidade, a Big Spaceship, indicada a agência da década pela AdWeekMedia e responsável por ações históricas como a HBO Voyeur, indicada também à campanha da década. “You are absolutely welcome to stop by the shop when you are in town”, ele disse.  E lá fui eu, de humilde, bater na porta dos caras.

Quando contei a ele que era o único a ter respondido meus emails ele me respondeu: “É porque nossa cultura é de colaboração.” Excelente resposta, era mesmo o que eu esperava ouvir. O pensamento em rede, onde as conexões são mais fortes do que o conteúdo que trafega por elas, é a forma de pensamento que está tomando conta do mercado e fazendo empresas se revolucionarem. A internet chegou e não há mais volta. Agir como se a informação fosse mais importante do que as conexões é estar com os dias contados. “Information wants to be free”, já disseram por aí… Mas este não é um post sobre redes. Você pode aprender mais sobre isso na Escola de Redes.

Josh me apresentou a empresa e contou um pouco sobre sua metodologia. Para cada projeto, monta-se uma equipe de desenvolvedores, designers e plenejadores que sentam todos próximos uns aos outros. Antes havia a “ala dos desenvolvedores”, a “ala dos designers”, mas misturar todo mundo mostrou-se ser muito mais produtivo (redes! conexões!).

Joshua apresentando a Big Spaceship

Joshua apresentando a Big Spaceship

Com o porte que tem, a Big Spaceship recebe dezenas de pedidos de orçamento por dia, mas, como eles mesmos se intitulam, a BS é uma “boutique” especializada em projetos inovadores e de alto impacto. Como selecionar quais clientes atender?

Os fatores FFF. Fame, fortune and fun. Vai render visibilidade e prêmios? Vão pagar bem? Vai ser divertido? Excelentes critérios, não? Entrar em um projeto com prazer e aquela vontade de “arrasar” é o melhor método para criar soluções realmente geniais.

Também conversamos sobre como o mercado publicitário está mudando. Há cinco anos, as grandes agências de publicidade tratavam as agências interativas como meros “executadores” das diretrizes criadas por elas. O que se vê hoje, é que há o início do processo reverso. O pensamento interativo, onde internet é a malha que conecta todas as mídias e permite novas interações, está começando a ditar o que as mídias offline devem fazer. Tudo fica mais integrado e eficiente (redes! conexões!).

Aqui na Cabana já ocorreram diversas vezes de clientes que chegaram apenas para realizar a parte online e, ao entender a forma cabanuda de pensar as mídias, tiraram seus trabalhos offline de outras agências e colocaram em nossas mãos. A tendência é essa. Quem não mudar sua forma de pensar ficará pra trás.

Outro ponto interessante é que toda sexta-feira eles investem em projetos próprios. Qualquer funcionário pode dar idéias do que realizar e eles caem dentro. Foi assim que surgiu o famoso showcase de preloaders Pretty Loaded, e o recente The Most Awesomest Thing Ever, uma divertida batalha para eleger “a coisa mais fodassa de todos os tempos”.

Finalizei a conversa com a pergunta: “e sobre esse gigantesco buzz sobre Apple x Adobe, o que você acha?”.

“Nós não temos desenvolvedores Flash por aqui, nós temos desenvolvedores. Eu não sei se Flash estará aqui daqui a 5 anos, não há como prever, mas se alguém for especializado apenas em Flash, esse alguém não estará mais aqui nos próximos 5 anos.” Não precisa nem comentar, né?

Dei uma passada também na famosa Apple Store do Central Park e presenciei a febre do iPad. “Sold out!”, o vendedor me disse.

iPadFever

Pablo Cabana

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mai/10 18

luciane-denys-flores-niteroi

Muito tem se discutido sobre a eficiência de websites feitos em Flash, e um dos  (falsos) argumentos contra é que “sites em Flash não aparecem nas buscas”. Taí então a contra-prova cabal. Conseguimos colocar o site de nosso cliente, Luciane Denys, feito em Flash, na primeira página quando se busca por “flores niterói“. Não entregamos um centavo ao Google, tudo feito através de um bom trabalho de SEO e óbvio, um bom empurrão do nosso Toque Dourado.

Clique e veja com os próprios olhos.

Pablo Cabana

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abr/10 09

500x_Safari1_01

A Apple acaba de anunciar seu contragolpe ao Flash CS5, que pode exportar arquivos swf para o formato de aplicativos do iPhone. Ela acaba de mudar o “Developer Program License Agreement” para, sem citar a Adobe, proibir seu uso. Na entrada 3.3.1 há o seguinte:

Applications may only use Documented APIs in the manner prescribed by Apple and must not use or call any private APIs. Applications must be originally written in Objective-C, C, C++, or JavaScript as executed by the iPhone OS WebKit engine, and only code written in C, C++, and Objective-C may compile and directly link against the Documented APIs (e.g., Applications that link to Documented APIs through an intermediary translation or compatibility layer or tool are prohibited).

E utilizar uma “camada de compatibilidade” é justamente o que o exportador do Flash CS5 faz.
Este golpe é o indício final de que as críticas aos concorrentes, “Adobe is lazy, Google is evil”, está longe de ser por “uma web melhor e livre”, mas por uma luta feroz por um mercado bilionário.

A declaração do Adobe sobre o assunto: “We are looking into the new SDK language. We continue to develop Packager for iPhone OS which will debut in Flash CS5″.

E o evangelista da Adobe, Lee Brimelow, em seu Twitter: “Hopefully everyone understands that me commenting on legal matters is equivalent to Tiger Woods commenting on [insert joke here].”


Pablo Cabana

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mar/10 24

Quando o iPad foi lançado, em janeiro de 2010, veio a bomba: não há suporte ao Flash. Minha primeira reação, e a de muitos outros na web, foi “Steve Jobs, eu odeio vocêâ€. Afinal, é muito cara de pau dizer que o novo dispositivo ofereceria “the ultimate browsing experience†quando uma grande porcentagem das “ultimates experiences†na web está na plataforma Flash. Get used to the Blue Legos. Até Hitler ficou bolado.

Mas eu parei para refletir (e ler um zilhão de artigos relacionados) e hoje posso dizer: Obrigado, Steve Jobs. Entenda o porquê.

A primeira razão desse agradecimento é que isto obriga a Adobe a se mexer. Seu Flash Player está tão difundido no mercado, que é praticamente inviável pensar em fazer aplicações ricas para a internet (quando eu digo ricas, não falo apenas de botãozinhos elegantes) sem ter que gerar um swf. Silverlight, Java? Esqueça. Ninguém supera os 90% de penetração da Adobe. E como acontece em qualquer mercado, a dominância absoluta gera desleixo e preguiça.

openscreen

E a resposta da Adobe já estava em desenvolvimento desde o lançamento dos primeiros iPhones sem Flash: The Open Screen Project. Unido aos maiores líderes da indústria da tecnologia como Nokia, Google, Motorola, LG, entre outros, com exceção da Apple, óbvio, a empresa liberou os direitos do formato SWF para qualquer dispositivo, além de tornar open-source diversos frameworks e disponibilizar o Flex SDK para download. A SDK é o compilador utilizado para gerar arquivos swf. Portanto, você pode utilizar programas de desenvolvimento totalmente gratuitos, como o Flash Develop e criar arquivos swf sem ter que pagar um tostão sequer à Adobe.

Com isso, a difusão maior do Flash Player em QUALQUER dispositivo faz com que a vida fique muito mais interessante. Imagine criar um aplicativo, apenas um, que rodará em todos os browsers, celulares, televisões, relógios, carros, privadas, piscinas, etc, etc , etc. Isso não é um sonho maravilhoso para desenvolvedores e clientes?

E o iPhone continua de fora? Não mais, o novo Flash, o CS5, permitirá exportar arquivos no formato de aplicativos para iPhone. Ponto para a Adobe.

E mais, Tobias Schneider criou um Flash Player feito em puro JavaScript. O que significa que é possível rodar swfs sem plugins nenhum. Visite estes links no seu iPhone e surpreenda-se.

A segunda razão do agradecimento: toda a atenção voltada para o HTML5. A informação sobre isso de repente se multiplicou. Muitos se apressam em dizer que é o fim dos plugins, e, principalmente, o fim do Flash, pois com o HTML5 seria possível fazer tudo que o Flash faz. Será mesmo? Acompanhe-me.

1 – Você conhece CSS, você conhece HTML. Você já fez diversos websites bacanas. Quantas vezes você não quis destruir o seu CPU porque em cada browser seu website funcionava de uma forma diferente? E isso com coisas simples, como a posição de um botão. Imagine como será desenvolver aplicativos 3D, com linguagens visuais ultra complexas com HTML5. Prepare-se para perder cabelos.

2 –“ HTML5 Will crash tooâ€. Muitos reclamam que o Flash player trava demais. Mas isso é uma afirmação um quanto ingênua. Pense: onde mais pessoas estão tentando desenvolver motion detection,  3D runtime ultra robusto ou vídeos pornográficos personalizados com a sua foto? Flash permitiu aos desenvolvedores explorar os limites da criatividade, mas também os obrigou a ter bastante cuidado com performance. E esse cuidado requer grande habilidade com códigos, o que nem sempre é acessível a todos. E o resumo da ópera é o seguinte: saiba que um monte de sites em HTML5 vai congelar seu computador também. Quer um exemplo prático? Visite este link demonstrando o tão esperado <canvas> tag no seu iPhone e no seu browser e note a VISÃVEL diferença de performance.

3 – Tenho certeza de que a Adobe está amando HTML5. Os padrões atuais são os principais impeditivos para que o Flash Player possa fazer mais do que já faz. Há 10 anos o Flash vem empurrando as barreiras do que é possível fazer na web e estou certo de que continuará assim. Se agora códigos HTML puros poderão fazer o que o Flash faz hoje, ótimo, pois poderemos nos preocupar com os próximos passos. Realidade Aumentada, novas formas de navegar, interações nunca antes pensadas, este sempre foi e continuará sendo o caminho do Flash.

4 – Veja 25 exemplos de sites supostamente ultra modernos feitos em html5. Lembrando que só funcionam em alguns browsers (esqueça o Internet Explorer). Agora dê uma olhadinha no FWA, que mostra os mais interessantes websites de toda a web. Sacou a diferença? Moderno, ao meu ver, é muito mais que botãozinhos que mexem suavemente.

5 – E claro, não poderíamos nos esquecer da tag <vídeo>. Antes de sair por aí dizendo que HTML5 será A solução para vídeos, veja a palestra de um dos principais desenvolvedores da nova linguagem, Ian Hickson, quando ele fala sobre os formatos e codecs. “There is no solution yetâ€. Mergulharemos na era das trevas pré-flash quando não havia padrões para vídeo novamente?

Enfim, não estou aqui para defender a Adobe. Pode ser que o Flash pereça mesmo. Mas é óbvio que quem está envolvido com Flash tem uma visão de empurrar os limites e isso é imperecível. E eu faço minhas apostas de que a Adobe vai continuar gerando soluções interessantes para suprir esta demanda pelo novo, pelo instigante, por aquilo nos emociona na web. E se não for a Adobe, será outra. A visão inovadora que o Flash nos trouxe não terminará.

E a terceira razão são as novas possibilidades de negócios, pois os clientes precisam comprar mais para se manter presentes em todas as mídias. Quero experimentar de tudo. Aplicativos para o iPhone? Em breve um cabanudo numa Apple Store perto de você. E uma dica: prestem atenção no Unity3D (mais um plugin!), ele vai explodir em 2010.

Apesar de estar tão agradecido, continuo odiando o Steve por algumas razões. Estou com um iPhone faz 2 meses e agora posso dizer:

1 – Tudo bem, você diz que Flash é lixo e será substituído. Pode ser. Mas até lá o que faço? Quantas e quantas vezes eu precisarei enviar um link pra mim mesmo, “esse site deve ser o máximo, vou enviar o link pro meu email e ver quando estiver em um CPU de verdade�

2 – A Apple Store não é a web. 15000 aplicativos? Que lixo! Muito chato você me dizer o que posso ou não usar no meu iPhone.

3 – Ok. Mas eu te perdôo por essa navegação touch que você criou. Tenho que dar o braço a torcer.

No entanto, o mesmo que disse sobre a Adobe também se aplica à Apple. Domínio absoluto nos SmartPhones: arrogância, inflexibilidade às demandas do mercado. Será que alguém vem no caminho? Por enquanto, o Google Nexus One parece fazer frente. Que, aliás, roda o Flash Player magnificamente.

Pablo Cabana

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