jan 06

Tá lá. 2009 na área. Os cabanudos estão voltando do recesso de fim de ano (ainda vagarosamente) cheios de idéias. Nosso novo site já está no forno e logo estará no ar. Uma beleza! Este post é mais pra não deixar o momento em branco e pra comemorar com todas as forças o fim dos oclinhos cafonas com 2 zeros no meio. Foram 10 viradas de ano com milhares de oclinhos espalhados pelo mundo. Já basta! Chega! Há quem diga que ainda será possível improvisar com os 2 zeros de 2010, mas acho que nego não será tão fanfarrão. Pelo menos eu torço por isso…

Deixo vocês também com as gastações européias do nosso parceiro Felipão, que esbarrou por lá com uma nova mídia que dará o que falar em breve: as Scan Images que interagem. Veja o vídeo e confira.


Scan from Felipão on Vimeo.

Feliz Ano Novo.
Pablo Cabana

dez 22

Os assinantes do jornal O Globo foram surpreendidos neste domingo por uma ação interativa criada pela agência F/Nazca. O jornal veio encapado com um símbolo que, apontado para a webcam no site indicado, faz com que a mensagem de boas festas apareça. É a primeira vez, pelo que eu sei, que alguém usa o Flartoolkit comercialmente. E foram muito felizes no resultado. Inovaram com o VideoMaterial, com a sombrinha pra dar a sensação de profundidade e, obviamente, por terem sidos os primeiros (bem sabemos que daqui a muito pouquinho isso não vai ter mais graça, já que a tecnologia se popularizará e perderá o efeito “WoW”).  Show de bola.

Se quiser se arriscar a fazer o seu próprio experimento com o FLARTollKit, eu ensino como aqui.

Pablo Cabana

out 20

Como eu já havia falado aqui, faço parte da Rede Blogueiros Brazucah e participo de algumas pré-estréias dos filmes lançados pela Brazucah, e nesta última quinta-feira, fui assistir ao filme “Última Parada 174″ de Bruno Barreto.

O filme é uma ficção baseada na trágica história real de Sandro Rosa do Nascimento, sobrevivente da Chacina da Candelária e protagonista do sequestro do onibus 174, em junho de 2000, que já havia sido tema do excelente documentário “Ônibus 174″. Mas quem pensar que se trata apenas de uma “refilmagem” do episódio, erra feio. O roteiro de Bráulio Montovani leva pra telona uma história rica em personagens, onde o ônibus sequestrado não é o foco e serve somente como “agente de tensão”, pois sabemos ser este o desfecho.

A questão continua a mesma: quem é a vítima de toda essa violência que explode em nossas cidades? Uma velha questão na qual o cinema brasileiro parece ter se fundido. Não nego estar meio já “debatido demais” sobre as mazelas de nosso país (não é à toa que gostei tanto do internacionalíssimo filme de Selton Mello “O Cheiro do Ralo”), e ver isso de novo nas telas tá ficando um pouco chato, mas, graças às brilhantes atuações de Michel Gomes (Sandro) e Marcelo Melo Jr. (Alê Monstro) e à criativa adaptação de Bráulio Montovani, “Última Parada 174″ torna-se um filmásso. Tente esquecer a última centena de filmes feitos sobre “quem é a vítima no Brasil?” e vá pro cinema preparado pra curtir uma boa dose de emoção muito bem produzida.

A sessão foi nos estúdios da Paramount aqui no Rio de Janeiro e a maior polêmica de todas foi a sala de cinema politicamente incorreta, onde é permitido fumar (com direito a cinzeiro nas cadeiras e tudo). Olha só o cartaz na entrada (desculpem a falta do flash no meu Sony Ericsson W380):


(”Os cigarros devem ser jogados nos cinzeiros localizados atrás das cadeiras”)

No final, rolou uma conversa bem legal com os protagonistas, onde eles nos contaram sobre como foi a caminhada até protagonizar um filme (ambos fizeram participações em Cidade de Deus) e também sobre as preparações de cena para o filme (prestem bem atenção em como Michel está “possuído” na cena do sequestro). Além, é claro, de ser super bacana encontrar com os caras em carne e osso logo depois de vê-los na telona.

Pablo Cabana

set 08

Logo logo, tudo que você entendia sobre “websites”, “interatividade” e “internet” vai mudar radicalmente e a diferença entre online e offline vai desaparecer por completo. Haverá nisso uma marca simbólica, que eu chamo de GigaNet, quando será viável a todos conexões de mais de um Gigabyte por segundo. Neste ponto, não haverá barreiras para o tráfico de informação e precisaremos repensar completamente os limites de nossa imaginação. Mas por hora, enquanto isso ainda é apenas uma previsão profética cabanística, algumas empresas nos dão amostras de possibilidades altamente surpreendentes.

Visitem o Nokia Music Almighty para entender do que eu estou falando. Escolha um estilo e carregue uma foto sua. Aí já vemos uma inovação poderosa: uma interface 3D personalizada, digna das caracterizações do Winning Eleven. Mas calma, isso não é nada perto do item “sing a song”. Clicando lá, você coloca seu numero de telefone (não precisa ser Nokia!, me ligaram no meu Sony Ericsson - não esqueça de colocar o DDD antes do seu número), recebe uma ligação automática na hora e pode começar a cantar. Ao terminar, em menos de 1 minuto sua voz já está disponível no site e a cabeça personalizada com a sua foto começa a cantar a sua voz. Simplesmente incrível. Depois, é possível pegar o código “embed” e publicar onde você quiser. Eu só não publiquei direto aqui porque já começa com uma musiquinha e acredito que vocês não querem musiquinha quando entrarem no Cabanoblog. Clique na minha foto “Animal Rocker” para me ouvir cantando (não sou cantor, diga-se de passagem).

Isso tudo, é claro, sem falar na total coerência com o posicionamento da Nokia, “Connecting People”. Nada mais do que genial.

Pablo Cabana

ago 25

Já tinha falado aqui sobre a WEB2.0 e suas infinitas possibilidades de interação, geração de conteúdo, etc, etc. E lembrei hoje de um site que já tinha visto há algum tempo mas esqueci de postar aqui: o Deus não é surdo. Trata-se de um bem humorado manifesto contra os crentes que acreditam ser o volume da pregação o melhor meio de fazer Deus escutar as preces. Lá você pode compartilhar relatos, eleger um “Ranking” das igrejas mais barulhentas e se juntar a pessoas mobilizadas para fazer valer a tão sagrada Lei do Silêncio.

Uma boa idéia, um pequeno grupo de pessoas para iniciar o projeto e um estrondoso manifesto que já repercutiu no jornal O Dia,  Jornal O Globo, na Rádio Itatiaia que realizou esta entrevista ( entrevista ao vivo) sobre a repercursão do site e outros meios de comunicação como Terra, Folha WEB, Gazeta. Sem a WEB2.0, isso seria definitivamente impossível.

E pra finalizar, o slogan do manifesto é sensacional. O lado publicitário da campanha está impecável. Veja no banner abaixo.

Pablo Cabana

ago 06

No último fim de semana, dias 1, 2 e 3 de agosto, rolou, em Pindamonhangaba, o primeiro encontro unificado da Rede Brazucah, o grupo de propagadores que leva o cinema nacional através da Brazucah no meio universitário. Foi bacana ver tanta gente (em torno de 100 pessoas) interessada em discutir, promover e alimentar o cinema nacional.

Eu estive por lá  no sábado e cheguei junto com Frederico Cardoso, coordenador institucional da Programadora Brasil, e Gabriela Carriço, produtora de circuitos, que apresentaram a Programadora Brasil e sua importância na promoção do acesso a filmes brasileiros. Se você tem ou deseja ter um Cineclube, fale com eles!

Minha presença foi para conhecer o trabalho da Brazucah mais de perto, mas acabei aproveitando a oportunidade para falar um pouco aos agentes da Rede sobre como a Web pode potencializar a formação de uma rede e sua mobilização. Atuando mais como um incentivador do que como palestrante, tentei deixar claro que o “Marketing Viral”, termo tão na moda e tão requisitado ultimamente, não acontece (na imensa maioria das vezes) espontaneamente e requer um forte trabalho braçal postando notícias e comentários em blogs, levantando idéias em foruns, comunidades e afins e investindo tempo em redes sociais como Orkut e Facebook. Enfim, quis mostrar quão importante é mesclar o trabalho de propagação offline com o online.

Antes da minha chegada houve a palestra de Geraldo Moraes, presidente da Coalizão Brasileira pela Diversidade Cultural, que contextualizou a importância da difusão do cinema brasileiro como uma ferramenta de defesa de nossa diversidade cultural e também de Solange Lima, presidente da ABD Nacional, que mostrou um panorama das ações da ABD no Brasil e falou da importância da militância pró cinema brasileiro nas esferas política e social. Infelizmente não deu para eu assistir.

Pablo Cabana

ps: o cara do meu lado, à esquerda, é o Marco, da Brazucah, que está à frente da coordenação da Rede Brazucah. Abração Marco!

jul 30

Como vocês já devem ter visto no meu último post, eu não vou muito com a cara da Microsoft. Contudo, tenho que reconhecer quando os caras acertam a mão, principalmente quando se trata de uma jogada de marketing bem feita.

A coisa começa na própria essência escrota da Microsoft: eles sempre lançam a nova versão do Windows cheia de bugs, só pra ser o detentor da “última novidade” e a coisa só fica decente (quando fica) depois de sérias atualizações. O Windows XP, por exemplo, é bacanérrimo, mas só ficou bom mesmo depois do pacote de atualização SP2.

Isso acabou gerando um estigma para a empresa. Quem entende de computador já sabe: “Nunca instale a nova versão do windows antes de saírem as atualizações.” E assim tudo correu pacificamente para o relaxamento da Microsoft e desespero dos usuários, que não tinham pra onde correr.

Agora, entretanto, as coisas estão diferentes. Os “vacilos” do Windows estão dando margem para o crescimento de concorrentes com força real: o Linux, que é gratuito e agora efetivamente conta com uma compatibilidade e usabilidade para Windows nenhum botar defeito e o MacOs, da Apple, que chega com imensa força pois os preços dos computadores mais chiques do mercado caíram exponencialmente.

Como era de se esperar então, o Windos Vista, último sistema operacional da Microsoft, foi rejeitado drasticamente. Na sinceridade, usei diversas vezes e achei ótimo. O grande problema é que ele consome muito do CPU, o que o torna um elefante branco em computadores que não estejam com as configurações mais modernas. Ou seja, eu continuo no esquema “vamos esperar mais um pouco para usá-lo”.

O que a Microsoft fez então para mudar esta imagem? The Mojave Experiment. Eles foram a grandes corporações para apresentar um suposto sistema operacional “Mojave” e perguntavam: “O que vocês acham do Vista?” e todos respondiam: “Uma droga.”. “Então que tal experimentar o novo Mojave?”.

A galera usa o Mojave, adora, faz super elogios e depois descobrem, com o queixo no chão, que na verdade o Mojave é o Windows Vista. Excelente uso do clássico teste-cego. Parabéns aos malditos discípulos do Bill Gates. Visite o site do Mojave Experiment.

Pablo Cabana

ps: o site é da Microsoft, mas nada de usar o aplicativo deles, o SilverLight. É tudo feito em Flash e Papervision3D. Isso é que é não confiar no próprio produto…
Adendo 09/09/08: Parece que os caras perceberam a mancada e mudaram para Silverlight. Em Flash estava bem mais bacana.

jul 15

Era uma vez...

A internet está revolucionando tudo. Correios, música, TV, todo o formato de acesso às informações está diferente. E como fica o cinema? Por um bom tempo, a telona ficou protegida pela barreira dos Gigabytes. Um filme de boa qualidade tem no mínimo 5GB e transmitir essa quantidade de dados era digno de paciência oriental. Mas as coisas não estão mais assim. As novas tecnologias estão acelerando muito a transmissão de dados e não vai demorar para você receber um e-mail do seu amigo com o assunto “olha que filme bacana” e com o anexo “Meu nome não é Johnny” ou “Homem-aranha 4″ ou até mesmo o filme título deste artigo, “Era uma vez…”, e o detalhe é que você pode receber este e-mail antes mesmo de começarem as pré-estréias.A conclusão é que naturalmente, e isso já está acontecendo, a indústria cinematográfica vai se reformular, por bem ou por mal.

Um dos pontos nevrálgicos desta mudança está na divulgação dos filmes. Como apresentar os lançamentos para convencer pessoas a sair de suas casas em direção às salas de cinema se elas podem ficar em casa e ver tudo via web? O consumidor 2.0, fruto da Web 2.0 , está mais consciente e, por causa disso, menos predisposto ao impacto de mensagens que partem de quem quer lhes vender um produto. Ele precisa ouvir de pessoas próximas sobre a qualidade de alguma coisa e, mais do que isso, precisa de produtos que lhes forneçam uma real experiência de vida, muito além do que vem escrito em embalagem mirabolantes.

A resposta na qual muitos têm acreditado (eu inclusive) é a formação de redes sociais em torno dos filmes e, mais ainda, em torno da “causa cinema” em si. O site, ainda em fase beta, Moviemobz é um excelente exemplo. Lá, você escolhe um filme, mobiliza seus amigos e assiste ao filme numa sala à sua escolha. Muito mais divertido do que ver DVD em casa.

E a Brazucah também caminha nesta direção das redes. Não é porque eles são clientes da Cabana, mas o trabalho que eles fazem (”eles” no sentido geral, mas quem está à frente de tudo são as meninas Maria, Cynthia e Camila) é fantástico. Em suas próprias palavras: “A Brazucah tem como missão estimular conexões entre o cinema brasileiro e as pessoas.” Nada mais 2.0 do que isso. Em um modo totalmente “lets talk about it” a Brazucah promove o boca-a-boca através de circuitos alternativos de exibição, ações em faculdades, pré-estréias, tudo em sincronia com a Rede Brazucah. Este Rede se constitui principalmente de propagadores engajados com o cinema nacional e interessados em faze-lo “crescer e aparecer”.

E um novo desmembramento deste Rede está florescendo agora: os Blogueiros Brazucah. A empresa está formando um rede de blogs afins com a temática Brazucah para promover pré-estréias exclusivas. Esta boa idéia vai diretamente ao encontro do consumo 2.0. Afinal, qual parâmetro é melhor para escolher um filme: o bonequinho de O Globo ou a opinião pessoal de um blog independente?

Eu virei membro de carteirinha. Já vinha querendo falar mais de cinema aqui no Cabanoblog e essa oportunidade caiu do céu. Na última quinta-feira fui à pré-estréia de “Era uma vez…“, de Breno da Silveira (o mesmo diretor de Dois Filhos de Francisco, como todo o material gráfico do filme insiste em dizer).

O filme começa meio despretensioso e aparentemente previsível: aquela temática da favela, gente rica versus gente pobre, etc e tal, mas, felizmente, fui surpreendido por uma história de amor pra Romeu e Julieta nenhum botar defeito. Com um roteiro dinâmico e cheio de surpresas (destruindo meu “aparentemente previsível”), somos envolvidos pelo romance de Dé e Nina e dá vontade de ter alguém do lado pra abraçar (pena que minha namorada também não faz parte dos Blogueiros Brazucah…). E o final…ah! Que delícia quando somos arrebatados por um grand finale memorável.

A atuação de Thiago Martins como Dé é sensacional e dá pra ver que não é porque ele é morador do morro do Cantagalo, onde se passa o filme, mas porque o garoto é bom ator mesmo. Sinal que o pessoal do grupo Nós do Morro está fazendo um excelente trabalho.

Enfim, eu recomendo. Mas não esqueça de levar namorado ou namorada! Nas próximas pré-estréias prometo que falo mais do filme e menos sobre as revoluções da Web (sou viciado nisso, fazer o que?).

E se seu blog está afim com a causa Brazucah, entre em contato com eles para fazer parte dos Blogueiros Brazucah.

Pablo Cabana

jun 27

Eu e meu sócio Bali Veneno estivemos ontem na ESPM para assistir à palestra de Leo Xavier, sócio da PontoMobi,  empresa pioneira no mercado de Mobile Marketing brasileiro.

Eu já venho estudando o tema há algum tempo e já tinha lido sobre centenas de cases, mas foi bem legal ouvir do próprio Leo sobre o processo de criação das campanhas e seus detalhes. A primeira coisa que salta aos olhos são as taxas de sucesso. Banners que recebem mais de 5% de cliques, eventos onde mais de 30% de pessoas fazem download de conteúdo e muitas outras estatísticas que fariam qualquer anunciante ligar pro Leo na mesma hora e pedir uma campanha pra ontem.

Obviamente, essa empolgação do público com este tipo de mídia vai arrefecer bastante nos próximos anos. Lembrei quando, há cerca de 10 anos, fui em uma palestra no mesmo auditório da ESPM pra ouvir sobre e-mail marketing e a empolgação era bem parecida. Hoje, sabemos bem como é odioso a chuva de e-mails em nossas protegidas caixas postais. Perguntei ao Leo sobre isso e ele disse que lá na Europa já até existe o termo “Bluetooth Spamming” para designar os anunciantes que ficam tentando enviar conteúdo pros celulares em todos os lugares, de forma invasiva. Trocando em miúdos: o Leo e sua PontoMobi vão ficar ricos devido ao pioneirismo, outras poucas empresas ainda vão surfar nesta onda, mas não dou um ano para que o mercado amadureça abruptamente e Mobile Marketing se torne mais uma peça no planejamento de marketing, deixando de ser esse “WoW” milagroso. Nada mais natural.

Outra coisa que perguntei foi sobre os formatos de conteúdo. Pelo que eu sei, podemos criar para celular arquivos JPG, GIF (podendo ser GIF animado) e 3GP (vídeo para ser executado no Real Player) e termos certeza de que a grande maioria das pessoas vai conseguir visualizar. Mas nenhum destes formatos permite interatividade real, como um clique que leva a uma nova imagem, por exemplo. As opções para interatividade são JAVA e FLASH, mas, infelizmente, nem todos os celulares suportam estes formatos e ainda há inúmeros problemas sobre resoluções de tela e diferenças de software de cada celular. O Leo falou que a PontoMobi já fez diversas campanhas utilizando JAVA com um razoável índice de acesso. Mas FLASH, nada ainda! Nenhuma campanha foi feita, principalmente porque não houve ainda nenhuma demanda por parte dos anunciantes. A pergunta que fica no ar é: Porque não começar a estimular o uso do Flash Player nos celulares para que as agências possam produzir conteúdos REALMENTE ricos e interativos?

Se fosse para dar um pitaco, eu diria que a Adobe e seu Flash Player vão abocanhar o mercado de celulares em menos de um ano. Os novos Nokia (como eu sonho com um N95!) já vem todos com o Flash Player embutido. E a Adobe está realizando uma estratégia pesada para conquistar o mundo Mobile. Na verdade, eu acho que em um futuro não muito distante vamos ter que instalar o Flash Player até para ir ao banheiro (a brincadeira significa: se quer investir a média prazo, esqueça a Google e compre ações da Adobe).

No blog Mobilizado, o Leo fala sobre o mercado e seus maravilhosos cases de sucesso com Mobile Marketing. Eu tiro meu chapéu.

Ah! A imagem no começo do artigo é da campanha da PontoMobi para o Axe Dark Temptation. É minha preferida. Não pelos resultados, mas pelas fotos da Talula.

Pablo Cabana

jun 17

Esse tal livro “O Segredo“, virou best-seller e já ganhou várias adaptações como esta e esta. Eu já vi o filme, achei bem interessante, e acredito que o livro também deve ser de alguma valia. Mas vejo essa “mania” criada pelo “segredo” com olhos desconfiados. O livro está sendo promovido com um esquema de marketing meio tabajara tipo “Seus problemas se acabaram-se”. E a coisa não é bem assim. Moldar nossas vidas sob nosso desejo é tarefa bastante árdua e requer uma disciplina encontrada em poucos ou quase nenhum destes leitores ávidos por uma “solução para seus problemas”. Para quem se interessa por alguma coisa de esoterismo, o “segredo” nunca foi nenhum segredo, e transformar “chumbo em ouro” sempre foi tarefa para poucos.

Por isso (se eu tivesse alguma autoridade, claro), eu recomendaria esquecer totalmente “O Segredo” e ficar só com o discurso do Steve Jobs para um grupo de formandos americanos. É mais rápido e mais divertido.

Pablo Cabana

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